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LGBT Ligado: Ordem dos Advogados do Brasil vai decidir se aceita encaminhar estatuto gay para o Congresso Nacional.


As principais notícias do mundo LGBT.
Pra mostrar que todos somos iguais!


Sul-africanos são condenados por morte de jovem lésbica, e ativistas comemoram a decisão.

Quatro sul-africanos foram condenados a 18 anos de prisão pelo assassinato de uma lésbica de 19 anos.

O crime aconteceu em 2006, quando Zoliswa Nkonyana foi apedrejada e esfaqueada até a morte na Cidade de Cabo, na África do Sul.

O juiz Raadiyah Wathen, ao proferir a sentença, afirmou que a longa pena é um alerta de que violência baseada em discriminação por orientação sexual não será tolerada no país.

O tribunal entendeu que os homens assassinaram a jovem porque ela vivia abertamente como homossexual. A sentença foi comemorada por ativistas do lado de fora do tribunal.


Ordem dos Advogados do Brasil vai decidir se aceita encaminhar estatuto gay para o Congresso Nacional.

A OAB vai decidir em fevereiro, se aceita ou não o pedido de sua Comissão da Diversidade Sexual, para encaminhar ao Congresso o projeto de lei que cria o Estatuto da Diversidade Sexual.

Trata-se de um conjunto de ideias que tem como objetivo garantir e proteger a cidadania LGBT, a exemplo do que fazem o Estatuto da Criança (ECA) e do Idoso.

O anteprojeto do Estatuto da Diversidade Sexual foi entregue à OAB Federal no dia 23 de agosto de 2011, em Brasília, e consiste em um microssistema que concede direitos, criminaliza a homofobia e prevê políticas públicas. Também indica os dispositivos da legislação infraconstitucional que precisam ser alterados.


Adolescente gay de 14 anos comete suicídio, após sofrer assédio homofóbico.

Mais um adolescente gay comete suicídio nos EUA. Agora foi a vez de Philip Parker, um garoto de 14 anos que foi vítima de assédio homofóbico na escola. A tragédia ocorreu no Tennessee, estado cujo Senado votava há um ano, um projeto de lei que proibia professores de mencionar a homossexualidade em sala de aula.

Os pais do garoto se arrependem por não estarem plenamente conscientes do sofrimento pelo qual seu filho estava passando. "Eu deveria ter percebido que algo estava errado, mas ele parecia feliz", disse sua mãe, Gena Parker. Aparentemente, depois de descobrir o corpo enforcado do garoto, seus pais encontraram um bilhete escrito a mão que dizia: "Por favor, me ajude mamãe". Philip teria dito também a sua avó, Ruby Harris, que se sentia como se houvesse uma grande pedra oprimindo seu peito, e que tudo que ele queria era se livrar dela e poder respirar livremente.

A morte de Phillip Parker aconteceu logo após outro adolescente gay do Tennessee, Jacob Rogers, tirar sua própria vida depois de também sofrer assédio homofóbico, tragédia que ocorreu alguns dias após o suicídio de outros dois jovens: Jeffrey Fehr, 18, e Eric James Borges, de 19 (este último cresceu em uma família fundamentalista cristã que inclusive tentou exorcizá-lo). Em todos os casos mencionados, o suicídio foi cometido após anos de sofrimento pela mesma causa. Estes são apenas alguns dos casos de suicídio de adolescentes que vem acontecendo nos últimos anos e que, infelizmente, não param, e provavelmente representam apenas a ponta do iceberg.

O Tennessee não é exatamente um estado fácil de se implementar políticas contra o bullying homofóbico. Em maio de 2011, o Senado aprovou um projeto de lei proibindo os professores de ensino fundamental e médio no Estado a fazerem qualquer menção a homossexualidade em sala de aula. O projeto, também conhecido como "don’t say gay", foi patrocinado pelo deputado Stacey Campfield, que passou vários anos lutando para levá-lo adiante.

A medida não conseguiu entrar em vigor, uma vez que estava aguardando a ratificação pela Câmara dos Representantes do Estado, mas não se descarta sua futura aprovação. Enquanto isso, os conservadores do Tennessee promovem outro projeto que impediria a punição a homofóbicos, quando o assédio moral for motivado por preceitos religiosos.


Metrô de São Paulo lança campanha contra o preconceito à diversidade sexual.

O Metrô de São Paulo, em parceria com a Coordenação de Políticas para a Diversidade Sexual, lançou a campanha Olhe e Veja Além do Preconceito. Respeite as diferenças. O objetivo é promover o respeito e diminuir a discriminação contra gays, lésbicas e transgêneros.

O órgão afixou cartazes da campanha em todas as 58 estações das linhas 1, 2, 3 e 5 do Metrô de São Paulo, alcançando os milhares de passageiros que são transportados diariamente.

Fonte: Mundo Mais

LGBT Ligado, volta à qualquer momento
Charles Douglas

testedocharles

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