
Busca de emprego: quatro dicas de como usar as redes sociais
Especialista ensina como algumas mudanças podem gerar excelentes resultados para quem está a procura de trabalho

O CEO e co-fundador da empresa de investimentos Venturocket, Marc Hoag, decidiu, há cerca de dez anos, que se dedicaria a ser alguém voltado a transformar o mundo em um lugar mais produtivo. Desde então, o executivo tem criado teses e dicas voltadas a ajudar os profissionais nos mais diversos momentos de carreira.
Em um recente artigo no Mashable, Hoag deu conselhos para uma situação que, segundo ele, tende a tornar-se cada vez mais comum: a busca por um emprego a partir da internet. Hoag cita que estudos recentes indicam que a maioria das companhias já acessa alguma rede social para buscar informações sobre possíveis candidatos a uma vaga de emprego e quase 80% delas dão uma olhada no perfil online dos profissionais, antes de chamá-los para uma entrevista pessoal.
A partir dessa constatação de que os profissionais são cada vez mais vigiados na internet, o especialista dá quatro dicas para quem quer ter sucesso na hora de procurar um emprego - ou ser procurado por um possível recrutador -, utilizando as redes sociais.
1. Ajuste sua imagem real às redes sociais
Para Hoag, as pessoas costumam esquecer que o perfil que elas mantêm no LinkedIn, Facebook, ou em qualquer outra rede social representa uma espécie de cartão de visitas. Assim, não adianta imaginar que um potencial recrutador não vá desclassificá-lo para o cargo, por conta de um comentário racista ou por uma postura inadequada na hora de escrever uma mensagem no Twitter sobre seu atual empregador.
"Tudo o que você posta, tuita ou comenta está sendo gravado e será usado contra você", brinca o CEO da Venturocket.
2. Mas mostre alguma personalidade
Ser cuidadoso demais nas redes sociais também pode ser algo negativo. Não é porque as pessoas devem evitar colocar fotos comprometedoras ou comentários inadequados que um recrutador espera que elas fiquem completamente caladas nas redes sociais. "Um empregador estará buscando um candidato que seja social e extrovertido, que demonstre capacidade de relacionamento e de comunicação", pontua. Ainda segundo ele, as empresas priorizam pessoas que demonstrem caráter e algum tipo de liderança. "Seja forte, opinativo, seja único", acrescenta.
3. Multiplique as chances de ser encontrado
Não adianta só ter um perfil adequado nas redes sociais. Quem busca um emprego precisa ser encontrado na internet. Para isso, o profissional deve inscrever-se no máximo possível de redes sociais e, de preferência, participar delas para que suas opiniões possam ser vistas na hora em que um recrutador buscar um assunto na web.
4. Conecte-se às empresas nas quais gostaria de trabalhar
"Não tenha medo de, forma pró-ativa, tentar fazer contato com a empresa que você está cortejando", afirma o especialista. Para isso, o profissional deve seguir a companhia no Twitter, virar fã dela no Facebook, entre outros. A única ressalva, segundo Hoag, é em relação ao LinkedIn, pois ele considera que as pessoas não costumam gostar de ser contactadas por profissionais que não conhecem, por meio dessa rede social.
"Mas ninguém disse que você não pode participar de comunidades e grupos no LinkedIn no qual terá a chance de se conectar com essas pessoas [que o interessam profissionalmente]", complementa.
Tecno Mundo
Em um recente artigo no Mashable, Hoag deu conselhos para uma situação que, segundo ele, tende a tornar-se cada vez mais comum: a busca por um emprego a partir da internet. Hoag cita que estudos recentes indicam que a maioria das companhias já acessa alguma rede social para buscar informações sobre possíveis candidatos a uma vaga de emprego e quase 80% delas dão uma olhada no perfil online dos profissionais, antes de chamá-los para uma entrevista pessoal.
A partir dessa constatação de que os profissionais são cada vez mais vigiados na internet, o especialista dá quatro dicas para quem quer ter sucesso na hora de procurar um emprego - ou ser procurado por um possível recrutador -, utilizando as redes sociais.
1. Ajuste sua imagem real às redes sociais
Para Hoag, as pessoas costumam esquecer que o perfil que elas mantêm no LinkedIn, Facebook, ou em qualquer outra rede social representa uma espécie de cartão de visitas. Assim, não adianta imaginar que um potencial recrutador não vá desclassificá-lo para o cargo, por conta de um comentário racista ou por uma postura inadequada na hora de escrever uma mensagem no Twitter sobre seu atual empregador.
"Tudo o que você posta, tuita ou comenta está sendo gravado e será usado contra você", brinca o CEO da Venturocket.
2. Mas mostre alguma personalidade
Ser cuidadoso demais nas redes sociais também pode ser algo negativo. Não é porque as pessoas devem evitar colocar fotos comprometedoras ou comentários inadequados que um recrutador espera que elas fiquem completamente caladas nas redes sociais. "Um empregador estará buscando um candidato que seja social e extrovertido, que demonstre capacidade de relacionamento e de comunicação", pontua. Ainda segundo ele, as empresas priorizam pessoas que demonstrem caráter e algum tipo de liderança. "Seja forte, opinativo, seja único", acrescenta.
3. Multiplique as chances de ser encontrado
Não adianta só ter um perfil adequado nas redes sociais. Quem busca um emprego precisa ser encontrado na internet. Para isso, o profissional deve inscrever-se no máximo possível de redes sociais e, de preferência, participar delas para que suas opiniões possam ser vistas na hora em que um recrutador buscar um assunto na web.
4. Conecte-se às empresas nas quais gostaria de trabalhar
"Não tenha medo de, forma pró-ativa, tentar fazer contato com a empresa que você está cortejando", afirma o especialista. Para isso, o profissional deve seguir a companhia no Twitter, virar fã dela no Facebook, entre outros. A única ressalva, segundo Hoag, é em relação ao LinkedIn, pois ele considera que as pessoas não costumam gostar de ser contactadas por profissionais que não conhecem, por meio dessa rede social.
"Mas ninguém disse que você não pode participar de comunidades e grupos no LinkedIn no qual terá a chance de se conectar com essas pessoas [que o interessam profissionalmente]", complementa.
Tecno Mundo
Google adquire empresa criadora do guia mundial de restaurantes

O Google acaba de anunciar a aquisição da Zagat, editora norte-americana, que ficou famosa por publicar guias de restaurantes, com críticas, comentários e análises dos estabelecimentos. O objetivo da compra é ampliar os serviços da gigante de buscas relacionados a localização.
No blog oficial do Google, a vice-presidente de serviços de mapa e localização da companhia, Marissa Mayer, explica: "a Zagat será uma pedra fundamental de nossa oferta de locais - deliciando as pessoas com sua impressionante variedade de opiniões, avaliações e percepções".
Ainda no comunicado, Marissa cita que uma das coisas que atraiu o Google foi a possibilidade de, ao comprar a Zagat, incorporar uma equipe com ampla experiência em pesquisas, recomendações e análises.
No blog oficial do Google, a vice-presidente de serviços de mapa e localização da companhia, Marissa Mayer, explica: "a Zagat será uma pedra fundamental de nossa oferta de locais - deliciando as pessoas com sua impressionante variedade de opiniões, avaliações e percepções".
Ainda no comunicado, Marissa cita que uma das coisas que atraiu o Google foi a possibilidade de, ao comprar a Zagat, incorporar uma equipe com ampla experiência em pesquisas, recomendações e análises.
Apple entra com ação para proibir vendas da Samsung no Japão

Mais um capítulo na briga de patentes entre os principais fabricantes de telefones móveis foi travado nesta quinta-feira (8/9). A Apple abriu um processo no Japão, no qual pede que o país proíba a venda de smartphones e tablets da Samsung, a exemplo do que já ocorreu na Alemanha e na Austrália. Em paralelo, a HTC entrou com uma ação nos Estados Unidos, na qual acusa a fabricante do iPhone de violar nove de suas tecnologias.
No caso do processo movido pela Apple, a fabricante quer impedir as vendas dos smartphones Galaxy S e Galaxy S II e dos tablets da linha Galaxy Tab em território japonês. A alegação é que esses equipamentos utilizaram, de forma indevida, patentes do iPhone e do iPad. Ainda como parte da ação, a empresa pede uma indenização de US$ 1,3 milhão.
Já em relação à HTC, a empresa ampliou o processo movido contra a Apple, em meados de agosto, ao incluir mais nove patentes na ação. Agora, segundo a fabricante, 12 de suas tecnologias foram utilizadas, de forma indevida, para produzir Macs, iPhones, iPads e iPods.
Fonte : Olhar Digital
Tecno Mundo, volta na quinta
No caso do processo movido pela Apple, a fabricante quer impedir as vendas dos smartphones Galaxy S e Galaxy S II e dos tablets da linha Galaxy Tab em território japonês. A alegação é que esses equipamentos utilizaram, de forma indevida, patentes do iPhone e do iPad. Ainda como parte da ação, a empresa pede uma indenização de US$ 1,3 milhão.
Já em relação à HTC, a empresa ampliou o processo movido contra a Apple, em meados de agosto, ao incluir mais nove patentes na ação. Agora, segundo a fabricante, 12 de suas tecnologias foram utilizadas, de forma indevida, para produzir Macs, iPhones, iPads e iPods.
Fonte : Olhar Digital
Tecno Mundo, volta na quinta
Charles Douglas
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