
Teste
Ford Focus 2.0 flex Titanium - Formato de luxo

Luxo O Focus Titanium não decepciona o cliente, apesar do preço elevado, como de todos os modelos vendidos no país, com comandos de voz —também disponível na versão GLX—para som, ar e telefone; botão de partida que dispensa chave na ignição; ar-condicionado com controles de temperatura independentes para motorista e passageiro e os faróis direcionais, entre outros. O único opcional é a transmissão automática, a versão testada é manual. Aliás, os engates do câmbio são curtos e muito precisos (ver avaliação técnica).
O espaço interno é bom e três adultos viajam com conforto no banco traseiro. Os bancos são anatômicos e o do motorista tem regulagem lombar, proporcionando mais conforto (ver análise ergonômica). A capacidade do porta-malas é condizente com a carroceria hatch, mas poderia ser um pouco maior.
Dirigindo O melhor do Focus está reservado ao motorista, que dispõe de um carro extremamente agradável de dirigir, com respostas previsíveis e surpreendentes. A direção pode ser calibrada conforme o estilo de dirigir: normal, conforto e esportiva. O senão é o ruído vindo da suspensão dianteira ao trafegar em piso irregular, que não é sempre ouvido. Outro ponto negativo é a visibilidade lateral traseira, com ponto cego. Retrovisores externos maiores compensam, em parte, a deficiência.
O motor 2.0 tem desempenho muito bom em todas situações e melhor ainda com álcool. Surpreendeu o consumo de gasolina na cidade. O computador de bordo registrou médias que variaram de 5km/l —trânsito lento demais —até 7km/l com gasolina. Na estrada, a média com o combustível fóssil variou de 10km/l a 12km/l nos limites estabelecidos por lei. O mesmo motor apresentou consumo elevado em versões anteriores do Focus. A engenharia deve ter encontrado calibragem mais equilibrada entre desempenho e consumo.
Conclusão A versão topo de linha do Focus é muito bem equipada, mas deveria vir com airbags laterais e de cortina. O preço elevado faz com que a opção pela GLX seja mais racional, que custa R$ 9 mil a menos.
O espaço interno é bom e três adultos viajam com conforto no banco traseiro. Os bancos são anatômicos e o do motorista tem regulagem lombar, proporcionando mais conforto (ver análise ergonômica). A capacidade do porta-malas é condizente com a carroceria hatch, mas poderia ser um pouco maior.
Dirigindo O melhor do Focus está reservado ao motorista, que dispõe de um carro extremamente agradável de dirigir, com respostas previsíveis e surpreendentes. A direção pode ser calibrada conforme o estilo de dirigir: normal, conforto e esportiva. O senão é o ruído vindo da suspensão dianteira ao trafegar em piso irregular, que não é sempre ouvido. Outro ponto negativo é a visibilidade lateral traseira, com ponto cego. Retrovisores externos maiores compensam, em parte, a deficiência.
O motor 2.0 tem desempenho muito bom em todas situações e melhor ainda com álcool. Surpreendeu o consumo de gasolina na cidade. O computador de bordo registrou médias que variaram de 5km/l —trânsito lento demais —até 7km/l com gasolina. Na estrada, a média com o combustível fóssil variou de 10km/l a 12km/l nos limites estabelecidos por lei. O mesmo motor apresentou consumo elevado em versões anteriores do Focus. A engenharia deve ter encontrado calibragem mais equilibrada entre desempenho e consumo.
Conclusão A versão topo de linha do Focus é muito bem equipada, mas deveria vir com airbags laterais e de cortina. O preço elevado faz com que a opção pela GLX seja mais racional, que custa R$ 9 mil a menos.
FICHA TÉCNICA
MOTOR
Dianteiro, transversal, quatro cilindros em linha, 1.999cm³ de cilindrada, 16 válvulas, que gera potências máximas de 143cv (gasolina) e 148cv (álcool) a 6.250rpm e torques máximos de 18,8kgfm (gasolina) a 4.250rpm e de 19,5kgfm (álcool) a 5.250rpm
TRANSMISSÃO
Tração dianteira, com câmbio manual de cinco velocidades
SUSPENSÃO/RODAS/PNEUS
Dianteira, independente, do tipo McPherson, com braços inferiores e barra estabilizadora; e traseira, independente, do tipo Multilink, com braço de controle e barra estabilizadora / 7 x 16 polegadas, em liga de alumínio / 205/55 R16
MOTOR
Dianteiro, transversal, quatro cilindros em linha, 1.999cm³ de cilindrada, 16 válvulas, que gera potências máximas de 143cv (gasolina) e 148cv (álcool) a 6.250rpm e torques máximos de 18,8kgfm (gasolina) a 4.250rpm e de 19,5kgfm (álcool) a 5.250rpm
TRANSMISSÃO
Tração dianteira, com câmbio manual de cinco velocidades
SUSPENSÃO/RODAS/PNEUS
Dianteira, independente, do tipo McPherson, com braços inferiores e barra estabilizadora; e traseira, independente, do tipo Multilink, com braço de controle e barra estabilizadora / 7 x 16 polegadas, em liga de alumínio / 205/55 R16
DIREÇÃO
Do tipo pinhão e cremalheira, com assistência eletro-hidráulica, com três tipos de regulagem (Conforto, Normal ou Esporte)
FREIOS
A disco nas quatro rodas, com sistema ABS, controle eletrônico da força de frenagem (EBD) e controle em curvas (CBC)
CAPACIDADES
Tanque, 55 litros; porta-malas, 328 litros; capacidade de carga (passageiros e bagagem), 400 quilos; peso (kg), 1.347
DIMENSÕES (Metros)
Comprimento, 4,35m; largura, 1,84m; altura, 1,49m; distância entre-eixos, 2,64m e medida de conforto (distância entre o pedal de freio e o encosto do banco traseiro), 1,92m
DESEMPENHO
Velocidades máximas (km/h), 204(gasolina)/205(etanol); acelerações até 100km/h, 10,5(g)/10,4(e)
CONSUMO
Cidade (km/l), 11,8 (g)/ 7(e); estrada (km/l), 15,8(g)/10,3(e)
Do tipo pinhão e cremalheira, com assistência eletro-hidráulica, com três tipos de regulagem (Conforto, Normal ou Esporte)
FREIOS
A disco nas quatro rodas, com sistema ABS, controle eletrônico da força de frenagem (EBD) e controle em curvas (CBC)
CAPACIDADES
Tanque, 55 litros; porta-malas, 328 litros; capacidade de carga (passageiros e bagagem), 400 quilos; peso (kg), 1.347
DIMENSÕES (Metros)
Comprimento, 4,35m; largura, 1,84m; altura, 1,49m; distância entre-eixos, 2,64m e medida de conforto (distância entre o pedal de freio e o encosto do banco traseiro), 1,92m
DESEMPENHO
Velocidades máximas (km/h), 204(gasolina)/205(etanol); acelerações até 100km/h, 10,5(g)/10,4(e)
CONSUMO
Cidade (km/l), 11,8 (g)/ 7(e); estrada (km/l), 15,8(g)/10,3(e)
NOTAS (0 A 10)
Desempenho 9
Espaço interno 9
Porta-malas 7
Suspensão/direção 9
Conforto/ergonomia 8
Itens de série/opcionais 9
Segurança 9
Estilo 8
Consumo 7
Tecnologia 8
Acabamento 9
Custo/benefício 9

Veja o teste completo no Vrum
Notícia Amiga
Desempenho 9
Espaço interno 9
Porta-malas 7
Suspensão/direção 9
Conforto/ergonomia 8
Itens de série/opcionais 9
Segurança 9
Estilo 8
Consumo 7
Tecnologia 8
Acabamento 9
Custo/benefício 9
Veja o teste completo no Vrum
Notícia Amiga
Recorde histórico da Audi
A AUDI AG entregou mais de 652.950 veículos aos clientes ao redor do mundo nos primeiros seis meses do ano, um crescimento de 17,7% em relação ao mesmo período de 2010. Especialmente a demanda por modelos SUV cresceu significativamente, também o Audi A1 e o A8 trouxeram crescimento adicional. "A primeira metade do ano foi claramente melhor do que esperávamos, acima de tudo, graças ao forte desempenho dos mercados europeus", comenta Peter Schwarzenbauer, vice-presidente mundial de Marketing e Vendas da AUDI AG.
De janeiro a junho, as vendas totais na Europa aumentaram em 13,5% para 382.850 unidades. Este crescimento foi principalmente impulsionado pelo Audi A1 e o sedan de luxo A8, que, desde sua introdução no início do ano passado, aumentou continuamente a sua participação de mercado. Também com o Audi Q7, a marca das quatro argolas expandiu significativamente a sua presença na classe de luxo: na Europa, as vendas do SUV aumentaram 23,5% em relação ao ano passado.
O mercado alemão teve igualmente um crescimento significativo neste período. Com um total de 125.091 carros vendidos, a AUDI AG cresceu 15,7% comparado a 2010, graças ao novo A1, ao A7 e ao forte crescimento nas vendas do A6.
Nos Estados Unidos, o aumento nas vendas foi de 15,4%, para 55.909 veículos no primeiro semestre. Também neste mercado o A8 foi bem recebido, e as SUVs ganharam um espaço considerável: as vendas do Q5 subiram 14,2%, as do Q7 41,2%.
O progresso na Ásia foi novamente estimulado pelo aumento de vendas do maior mercado do continente, a China. A Audi vendeu 140.699 automóveis no mercado chinês no primeiro semestre, 28% a mais do que nos primeiros seis meses de 2010, e substancialmente mais do que o mercado doméstico alemão. Crescimento significativo foi registrado nos segmentos da classe média: os modelos de luxo continuam a dominar o quadro, mas o Audi A6 é hoje, com 54.529 unidades entregues aos clientes, o modelo mais vendido no País. As vendas do Audi Q5 quase duplicaram (crescimento de 97,4%) e as vendas do A4 ganharam um aumento percentual de 34,2.
Assim como na China e nos outros países em franca expansão do BRIC, também no Brasil a companhia obteve crescimento significativo no número de vendas. Somente em junho, foram vendidos 89% veículos a mais que no mesmo mês do ano passado. No acumulado de 2011, o aumento foi de 46% frente a 2010.
A empresa projeta dobrar o número de vendas no país. "Estamos felizes com os resultados atingidos. A taxa de crescimento da Audi no Brasil é uma das mais altas do mundo. O recém-lançado A1 também teve importante participação neste desempenho", acrescenta Leandro Radomile, diretor de vendas e marketing da Audi Brasil. As projeções para este ano são positivas. Mundialmente, a Audi pretende entregar mais de 1,2 milhões de veículos aos clientes.
Fonte : Vrum
De janeiro a junho, as vendas totais na Europa aumentaram em 13,5% para 382.850 unidades. Este crescimento foi principalmente impulsionado pelo Audi A1 e o sedan de luxo A8, que, desde sua introdução no início do ano passado, aumentou continuamente a sua participação de mercado. Também com o Audi Q7, a marca das quatro argolas expandiu significativamente a sua presença na classe de luxo: na Europa, as vendas do SUV aumentaram 23,5% em relação ao ano passado.
O mercado alemão teve igualmente um crescimento significativo neste período. Com um total de 125.091 carros vendidos, a AUDI AG cresceu 15,7% comparado a 2010, graças ao novo A1, ao A7 e ao forte crescimento nas vendas do A6.
Nos Estados Unidos, o aumento nas vendas foi de 15,4%, para 55.909 veículos no primeiro semestre. Também neste mercado o A8 foi bem recebido, e as SUVs ganharam um espaço considerável: as vendas do Q5 subiram 14,2%, as do Q7 41,2%.
O progresso na Ásia foi novamente estimulado pelo aumento de vendas do maior mercado do continente, a China. A Audi vendeu 140.699 automóveis no mercado chinês no primeiro semestre, 28% a mais do que nos primeiros seis meses de 2010, e substancialmente mais do que o mercado doméstico alemão. Crescimento significativo foi registrado nos segmentos da classe média: os modelos de luxo continuam a dominar o quadro, mas o Audi A6 é hoje, com 54.529 unidades entregues aos clientes, o modelo mais vendido no País. As vendas do Audi Q5 quase duplicaram (crescimento de 97,4%) e as vendas do A4 ganharam um aumento percentual de 34,2.
Assim como na China e nos outros países em franca expansão do BRIC, também no Brasil a companhia obteve crescimento significativo no número de vendas. Somente em junho, foram vendidos 89% veículos a mais que no mesmo mês do ano passado. No acumulado de 2011, o aumento foi de 46% frente a 2010.
A empresa projeta dobrar o número de vendas no país. "Estamos felizes com os resultados atingidos. A taxa de crescimento da Audi no Brasil é uma das mais altas do mundo. O recém-lançado A1 também teve importante participação neste desempenho", acrescenta Leandro Radomile, diretor de vendas e marketing da Audi Brasil. As projeções para este ano são positivas. Mundialmente, a Audi pretende entregar mais de 1,2 milhões de veículos aos clientes.
Fonte : Vrum
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